Luísa Sobral
Luísa Sobral está de regresso aos palcos em 2019 com o seu 5º álbum de originais, editado em Novembro de 2018, produzido pelo catalão Raül Refree - um dos mais prestigiados produtores e multi-instrumentistas de Espanha (produtor de nomes como Mala Rodriguez, Silvia Pèrez Cruz e Rosalía).
Para além da voz e guitarra, Luísa Sobral e o seu produtor privilegiaram os instrumentos clássicos: um trio de sopros e percussão clássica. ‘Rosa’ é o álbum mais pessoal, maduro e intimista de Luísa Sobral. Para apresentar o novo trabalho, Luísa Sobral subirá ao palco com uma formação inédita. A seu lado terá Manuel Rocha nas guitarras e um trio de sopros formado por Sérgio Charrinho no fliscorne, Angelo Caleira na trompa e Gil Gonçalves na tuba.
Mais info em:
Este podcast tem áudios Registe-se para ouvir.
Episódios
-
Imagem
PREIAMAR - Carlos Campos Ep. 1322.06.2020OuvirO antigo locutor e realizador de rádio Carlos Campos regressa agora com o apontamento PREIAMAR. Podemos ouvi-lo às segundas-feiras pelas 10h10.
-
Imagem
Pela Nossa Saúde - Ep 60 Licenciaturas II22.06.2020OuvirDe segunda a sexta-feira, Luís Sancho, Professor na Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro, junta-se às nossas manhãs para falar sobre um tema que a todos diz respeito - a nossa saúde!
-
Imagem
Cáritas Gafanha da Nazaré Ep 0919.06.2020OuvirPedro Monteiro da Cáritas Paroquial da Gafanha da Nazaré, renova o apela à boa vontade de todos...
-
Imagem
Pela Nossa Saúde - Ep 59 Licenciaturas I19.06.2020OuvirDe segunda a sexta-feira, Luís Sancho, Professor na Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro, junta-se às nossas manhãs para falar sobre um tema que a todos diz respeito - a nossa saúde!
-
Imagem
África…Terra Nova - XXXV18.06.2020OuvirHoje em mais uma edição do "África…Terra Nova", o professor António Batel Anjo fala sobre o Dia da Criança Africana.
Dia da Criança Africana
O massacre de Shaperville, Soweto, África do Sul, a 16 de Junho de 1976, está na origem do Dia da Criança Africana. Nessa data, milhões de estudantes negros manifestavam-se, exigindo o direito a uma melhor educação e à aprendizagem nas suas línguas maternas e em inglês em vez dos afrikaans nas escolas.