Encontro Internacional sobre Alterações Climáticas e Oceanos

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Encontro Internacional sobre Alterações Climáticas e Oceanos
05.09.2017

Hoje com Joaquim Ramos Pinto, Presidente da Direção Nacional da ASPEA - Associação Portuguesa de Educação Ambiental.

Encontro Internacional sobre Alterações Climáticas e Oceanos, reúne 120 estudantes e professores em Aveiro de 2 a 6 de setembro. As atividades decorrem na Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro.Vêm de várias regiões de Espanha, Portugal e México.De Portugal participam delegações de escolas de Ílhavo, Aveiro, Viseu, Coimbra, Lisboa, Ermesinde, FaialDe Espanha temos representantes das regiões da Galiza, Canárias, Madrid, Castilha e Leon, Andaluzia, entre outras.Do México vieram 10 alunos e 4 professores de escolas da Cidade do México. Uma rede de escolas do ensino básico e secundário do projeto Climántica juntam-se a outro grupo de alunos e professores que fazem parte do projeto Europeu ERASMUS+ EduCO2cean que se encontra a decorrer entre setembro de 2016 e agosto de 2018. Neste contexto associaram-se dois projetos tendo como produtos um Campus Juvenil Internacional Climántica com cerca de 80 estudantes e o Seminário de Professores EduCO2cean com cerca de 40 professores. O seminário de professores coordenado por IES Virxe do Mar de Noia, Galiza em colaboração com outras entidades da região e que integra como parceiros de projeto a ASPEA, enquanto coordenadores do projeto EduCO2cean, têm como objetivos:- Analisar os marcos científico, social e de comunicação implicados no desenvolvimento do campus juvenil internacional.- Analisar conteúdos, estratégias metodológicas e atividades que permitam articular projetos curriculares de comunicação científica e socioambiental sobre as alterações climáticas.- Proporcionar contextos docentes – discentes inovadores com potencial para encontrar propostas aos sistemas educativos sobre respostas educativas frente às alterações climáticas com capacidade de serem transferidas a la sociedade.- Procurar estratégias docentes transversais para superar barreiras que dificultam as respostas educativas frente às alterações climáticas entre as que destacam docentes –discentes, as dos sistemas educativos, as que existam entre disciplinas, as que separam o local-global, e as dos muros que separam os centros educativos da sociedade emgeral.- Identificar mediante a análise dos produtos apresentados no congresso juvenil internacional, e sobretudo, dos que se vão desenvolvendo no campus internacional juvenil e as estratégias que o fazem possível, as respostas educativas perante as alterações climáticas mais relevantes perante as perguntas: Para quê ensinar as alterações climáticas? O que ensinar sobre as alterações climáticas? Como ensinar s alterações climáticas? Com que ferramentas metodológicas se pode ensinar as alterações climáticas? 

Site: http://aspea.org/

E-mail: aveiro@aspea.org

Telefone: 234 092 847

 

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Conversas da Manhã
Autor
Maria João Azevedo
Horário10:00às09:40

Episódios

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    18.08.2021

    Jorge Almeida junta-se ao Programa da Manhã para partilhar todo o seu conhecimento na área da agricultura. Plantas, legumes, frutas, flores em destaque nas manhãs da Terra Nova. 

    Hoje aprendemos sobre a plantação de melões.

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    12.08.2021

    Visões do Brasil, um olhar particular de quem observa os dois lados do Atlântico... com David Nogueira!

     

    TRILHA SONORA:

    A música de hoje é um “forró” a misturar inspiração e linguajares Nordestinos e Nortistas. 

    Quem canta é a rondoniense Patrícia Moraes

    Música: Cabocla Brasil

    Composição e arranjo: Túlio Nunes

     

    Espero que gostem.

     

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    África…Terra Nova - XC
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    12.08.2021

    Mais uma edição de África…Terra Nova" com o professor António Batel Anjo.

    África uma vez mais…

    África é o continente que menos tem contribuído para o aquecimento global. Os especialistas consideram que apenas três por cento das emissões de gases com efeito de estufa são reponsabilidade dos países africanos. A receita para travar as alterações climáticas no resto do mundo é fazer cortes profundos na emissão dos poluentes, mas em África o dasafio é diferente: desenvolver sem estragar.

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