África…Terra Nova - LXXVI

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África…Terra Nova - LXXVI
15.04.2021

Mais uma edição do África…Terra Nova" com o professor António Batel Anjo.

 

A crise humanitária em Cabo Delgado

A crise humanitária em Cabo Delgado vai durar muito tempo, segundo os peritos da Organização Internacional para Migrações, afirmam “que existe uma crise grande e longa”. Um terço da população em Cabo Delgado está a viver fora das suas casas. Em algumas cidades, como Pemba, que acolheram os que fugiam da violência, a população triplicou.

O diretor do Unicef afirmou que a situação de má nutrição preocupa especialmente os deslocados internos, sendo que a OIM e a Unicef já cadastraram mais de 16,5 mil pessoas chegados de Palma em busca de abrigo e que se juntam ao milhão de deslocados de outros locais espalhados por algumas províncias.

Uma outra ameaça, que se junta a toda as outras questões, é a cólera, que havia começado a diminuir na região, mas que está aumentar com a falta de condições de alojamento e de acesso à agua potável, além de todos os traumas psicológicos porque estas pessoas passaram. Relatos de violência como sequestros, violência de género e histórias terríveis de sofrimento contadas por pessoas que passaram dias a caminhar, e que chegaram a Pemba com muitos ferimentos e com fome. A crise é também de protecção destas pessoas.

O Unicef já identificou 220 crianças desacompanhadas, das muitas que ainda nem se conhece o seu paradeiro já que muitas famílias foram separadas quando os grupos armados invadiram a cidade de Palma, sendo que a preocupação maior desta organização é que estas crianças, e todas outras refugiadas, tenham acesso a uma alimentação condigna e à escola.

Por fim, é de elogiar a solidariedade de famílias que abrigam 20, 30 deslocados em casa e muitas vezes repartem aquilo que já não tinham para elas mesmo.

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1º Música

Neyma - Nunawanga Yuwi - YouTube

Neyma

 

2ª Música

Hortêncio Langa, ícone da música moçambicana, morreu na manhã de segunda feira na cidade de Maputo. Com a perda do músico de 70 anos, a música moçambicana está de luto, sendo que esta é uma perda que deixa um enorme vazio na cultura e na sociedade moçambicana.

https://www.youtube.com/watch?v=hp_Sg3zm2TU

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Conversas da Manhã
Autor
Maria João Azevedo
Horário10:00às09:40

Episódios

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    Filarmónica Gafanhense  - 181º aniversário!
    Filarmónica Gafanhense - 181º aniversário!
    20.10.2017

    Paulo Miranda o Presidente da Filarmónica Gafanhense fala da comemoração do 181º aniversário, que vai promover um concerto este domingo, dia 22 de outubro, às 16h na Fábrica das Ideias. 

    O programa é o seguinte:10h00 - Romagem ao Cemitério;11h15 - Missa de Aniversário;16h00 - Concerto (Fábrica das Ideias);19h00 - Jantar ("A Estufa" - Gafanha da Encarnação).

    A Filarmónica Gafanhense a instituição mais antiga do município de Ílhavo.

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    Carlos Jalali - Comunidade Bahá’í de Aveiro celebra data histórica dos 200 anos do fundador desta religião.
    Carlos Jalali - Comunidade Bahá’í de Aveiro celebra data histórica dos 200 anos do fundador desta religião.
    20.10.2017

    Carlos Jalali fala de forma clara sobre ciência e espiritualidade.

    Este fim-de-semana, em cerca de 100.000 localidades por todo o mundo, milhões de pessoas irão celebrar uma data histórica: o bicentenário do nascimento de Bahá’u’lláh, fundador da mais jovem religião independente, a Fé Bahá’í.

    Uma das localidades onde esta efeméride vai ser comemorada é Aveiro. Para os Bahá’ís de Aveiro, esta é uma oportunidade única para celebrar a mensagem de paz e unidade – que a “terra é um só país e a humanidade seus cidadãos” – que Bahá’u’lláh ensinou no século XIX.

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    "Nunca Mais" 21 Out | Quartel Bombeiros
    "Nunca Mais" 21 Out | Quartel Bombeiros
    19.10.2017

    Hoje conversamos com Rui Pires da Silva do movimento "Nunca Mais".

    Este sábado, dia 21, vamos JUNTOS fazer uma concentração junto aos quartéis dos Bombeiros de todo o país.

    O encontro está marcado para quando faltar 15 minutos para o meio dia, hora em que todos os manifestantes solidários irão fazer 3 minuto de silêncio para homenagear todas as vitimas mortais, e uma contagem decrescente culminando com o grito: "O-bri-ga-do", seguindo-se uma salva de palmas

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