Ondas de calor: mais do que calor, um risco para a saúde

Imagem
Dia Mundial do Ambiente no DAO
11.08.2025

Em julho falámos sobre as ondas de calor cada mais frequentes e intensas devido às alterações climáticas. Mas para além do desconforto, trazem problemas sérios para a qualidade do ar e para a nossa saúde.

O que acontece ao ar que respiramos?

Com o calor extremo, os níveis de poluentes atmosféricos, como o ozono troposférico, aumentam. Este “ozono mau” forma-se perto do solo e irrita os pulmões, sendo perigoso sobretudo para crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias, como asma. E ao contrário de outros poluentes atmosféricos este efeito é mais intenso nas zonas rurais.

O ar seco e quente favorece os incêndios florestais, que libertam ainda mais poluentes e partículas tóxicas para a atmosfera. Isto agrava ainda mais a qualidade do ar que respiramos.

Como podemos proteger-nos?

Evite estar ao ar livre nas horas de maior calor (11h – 17h)

Mantenha-se hidratado e em locais frescos

Use roupa leve e clara

Evite o uso de carros e aparelhos que emitam poluição nesses dias

Proteja grupos vulneráveis (crianças, idosos, pessoas doentes)

As ondas de calor são um sinal de alerta: precisamos de agir pelo clima e cuidar da nossa saúde. A mudança começa com informação e pequenas atitudes no dia a dia.

Diana Patoilo

Ficheiro de áudio
Imagem
Ambiente um minuto
Autor
Horário11:00às11:00

Episódios

  • Imagem
    Ano novo mais sustentável
    Ano novo mais sustentável
    26.12.2022

    Começou um novo ano, e com ele 365 novas oportunidades para fazer a diferença todos os dias! Não lhe damos 365 ideias, mas ficam algumas dicas para que possa fazer a diferença:

    1.Diminua o desperdício na cozinha: Planeie as suas refeições; reutilize as sobras para fazer novos pratos e use os excessos para fazer compostagem.

    2. Faça você mesmo: Dê asas à sua criatividade e transforme aquilo que podia ser inútil para produzir peças únicas de decoração, de roupa ou mesmo para brincar.

    Ouvir
  • Imagem
    Natal Sustentável
    Natal Sustentável
    19.12.2022

    Já pensou na grande quantidade de papel, plástico, desperdício alimentar e outros resíduos que produzimos na época natalícia? Pois bem, na verdade, não dá para imaginar.

    Todos os anos, em todas as cidades e vilas os contentores do lixo ficam repletos de papel, caixas, embalagens e plásticos, que nem sempre reciclados e acabam por contribuir para mais poluição no nosso planeta Terra.

    Mas podemos mudar isto, e começar já hoje a fazer as escolhas certas!

    Ouvir
  • Imagem
    Pegada de carbono dos cães
    Pegada de carbono dos cães
    12.12.2022

    Sabia que os animais domésticos também têm a sua pegada ecológica?

    É verdade! Em média um cão é responsável por 770kg de CO2 por ano. Um cão de grande grande pode chegar a ter uma pegada de 2500 kg por ano! A maior parte desta pegada é causada pela sua alimentação. Felizmente há várias formas de reduzir esta pegada de carbono e tornar o mundo com animais domésticos mais sustentável!

    Ouvir
  • Imagem
    23 de novembro - Dia da Floresta Autóctone
    23 de novembro - Dia da Floresta Autóctone
    28.11.2022

    A Dia da Floresta Autóctone celebra-se a 23 de novembro, esta data foi estabelecida para promover a importância de preservar e plantar espécies que fazem parte do património natural.

    Mas o que é a Floresta Autóctone? A Floresta Autóctone consiste numa floresta de árvores originárias do próprio território. Em Portugal, as árvores autóctones representam cerca de 72% da floresta, existem cerca de 103 espécies de árvores autóctones, mas apenas quatro espécies representam 61% da área florestal total em Portugal continental, o pinheiro-bravo, o sobreiro, a azinheira e o pinheiro-manso.

    Ouvir
  • Imagem
    COP27
    COP27
    21.11.2022

    Começou esta semana a Cimeira do Clima das Nações Unidas, o ponto mais alto da diplomacia em torno das alterações climáticas, onde os países discutem como travar as emissões de gases com efeito de estufa que causam o aquecimento global. O objetivo das discussões é manter viva a meta prevista no Acordo de Paris, que consiste em limitar a subida da temperatura global a até 2 graus Celsius, preferencialmente a 1,5 graus.

    Ouvir