O Mar que nos alimenta, Cura e Garante o Futuro
O oceano cobre 71% do planeta. Produz mais de metade do oxigénio que respiramos, regula o clima, alimenta milhares de milhões de pessoas e alberga a maior biodiversidade da Terra. Sem oceano saudável, não há planeta habitável - simples assim.
E mesmo sabendo isto, nunca o oceano foi tão pressionado. Poluição, sobre-exploração, aquecimento das águas, baleias e golfinhos a morrer: os sinais de alarme multiplicam-se. A urgência é real!
Mas há ainda razão para esperança: o oceano regenera-se se cuidarmos dos seus ecossistemas e lhe dermos descanso. A União Europeia lançou a Missão Restaurar os Nossos Oceanos e Águas, um compromisso ambicioso para proteger e valorizar os ecossistemas marinhos até 2030. Portugal, e o DAO-UA/CESAM, está na linha da frente, com projetos científicos, e iniciativas privadas e locais muito relevantes para este fim.
É aqui que a ciência entra em ação: a biotecnologia marinha descobre em algas, esponjas e micróbios novas soluções para saúde, alimentação e materiais sustentáveis. A bioeconomia circular azul garante que essa exploração não desperdiça nada; e a governança do oceano assegura que decisões políticas e empresariais são guiadas por evidência científica sólida.
Cientistas que colaboram com as empresas e os políticos precisam-se!
O mar tem-nos dado tudo. Agora é a nossa vez de o ajudar a regenerar-se.
Episódios
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Pós-ferias: de volta às rotinas da melhor forma05.09.2022OuvirDepois de um mês de férias estamos de volta às rotinas escolares e de trabalho, e porque não aproveitar para nos inspirarmos a ter uma atitude mais ecológica neste regresso.
Qualquer passo que pudermos dar é importante e mesmo que não consigamos ser perfeitos, acreditem, tudo o que conseguirmos fazer - por muito insignificante que pareça - já vai fazer a diferença!
Hoje partilhamos algumas dicas amigas do ambiente de regresso às nossas rotinas do dia a dia:
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Sacos compostáveis29.08.2022OuvirTerão já reparado que, agora, muitos dos super/hipermercados disponibilizam para o serviço de frutaria e legumes, uns sacos diferentes. São mais macios, ligeiramente baços e dizem-se compostáveis.
Pois é, não são sacos de plástico produzidos a partir de derivados do petróleo, podem ser produzidos a partir de substâncias orgânicas variadas e biodegradáveis, mas não são de papel, são de bioplásticos. Dizem-se bioplásticos porque embora não sendo feitos de plástico, têm propriedades que lhes permite ter um uso semelhante ao dos plásticos comuns.
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Compostagem em casa22.08.2022OuvirO Verão chegou e com ele vêm as saladas, as sopas leves, as frutas variadas, e quando dá por ela, o saquinho da banca da cozinha enche-se de resíduos, que são bons para as galinhas, se as tivermos!
Estes são os bioresíduos que podemos usar para fazer compostagem, basta juntar os verdes da limpeza do jardim.
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Conferencia dos Oceanos15.08.2022OuvirHá umas semanas atrás o Oceano inundou Lisboa e não foi uma tragédia. Milhares de pessoas deram à costa para falar sobre o oceano comum, sob o tema “Salvar o Oceano, proteger o nosso futuro”. Tratou-se da segunda Conferência das Nações Unidas sobre o Oceano, onde a missão é reforçar o apoio e cooperação internacional na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, com particular foco no ODS 14 e acompanhar o desenvolvimento das ações da Década da Ciência dos Oceanos.
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Reembolso embalagens depositadas REAP project08.08.2022OuvirLembra-se de há uns tempos atrás termos falado do projeto REAP da Universidade de Aveiro? Um projeto que visa que alunos e trabalhadores da UA poderem ser reembolsados por cada garrafa ou lata que devolvam.
Pois é, saiba que a partir do mês de julho será efetuado o reembolso do crédito correspondente a todas as embalagens depositadas até à data nas máquinas de venda reversa. O referido reembolso será efetuado aos detentores de cartão de identificação da Universidade de Aveiro (Utilizador Comunidade UA), com registo para utilização nas unidades alimentares dos Campus.