O futuro pos-COVID
Já não é novidade que o uso de máscaras para proteção da covid-19 está a criar um "tsunami" de resíduos extra produzidos. A quantidade de plásticos não reutilizáveis aumentou exponencialmente. E muitos desses materiais já estão espalhados no ambiente.
Uma equipa de cientistas da Universidade de Aveiro tem estudado estes graves efeitos colaterais” ambientais “derivados do combate à pandemia”. Estimaram, com base em estratégias de saúde pública, que a nível mundial são necessárias mensalmente 129 mil milhões de máscaras e 65 mil milhões de luvas. Sabendo que cada máscara cirúrgica, que pesa cerca de quatro gramas, pode demorar 400 anos a degradar-se, é fácil perceber a dimensão preocupantes deste problema.
É urgente encontrar alternativas sustentáveis para as máscaras, luvas e plásticos de utilização única. Entre as principais recomendações avançadas pelos cientistas consta o apelo para que, dentro do possível, esses materiais sejam reciclados depois da sua desinfeção ou quarentena, que se usem preferencialmente máscaras feitas com materiais reutilizáveis e que se regresse ao caminho da economia circular que estava a ser traçado para os materiais plásticos antes de surgir a pandemia. Os compromissos adotados para eliminar os plásticos descartáveis em 2021 já estão comprometidos!
E teremos que ser nós a mudar isso. Eu e você.
Por isso vamos pensar nisto...na próxima vez que tivermos de colocar e tirar a nossa máscara!
Alexandra Monteiro
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COP2601.11.2021OuvirA 26.ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP26) aproxima-se, naquele que é um momento crítico para se cumprir o Acordo de Paris sobre o clima. Limitar o aquecimento da Terra a 1,5⁰C implica reduzir para metade as emissões globais até 2030, o que obriga a acelerar bastante o processo de descarbonização em todo o mundo. Se a ação climática se limitasse às políticas atualmente em curso, tal resultaria num aquecimento global no mínimo de 2,9⁰C, incompatível com a ambicionada proteção para a biosfera e vida na Terra.
Há vários objetivos para serem conseguidos:
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Mestrado em engenharia do ambiente25.10.2021OuvirJá lhe falámos sobre a excelente escolha que é fazer uma licenciatura em engenharia do ambiente. Se não ouviu, oiça o podcast do dia 16 de Agosto. Hoje vamos mais longe! Mas bem perto de si, na Universidade de Aveiro, há também o mestrado em engenharia do ambiente. Este curso oferece conhecimentos especializados em biologia, química, mecânica, engenharia e governança, e pretende formar técnicos capazes de prever e caracterizar problemas ambientais e propor soluções para a sua gestão integrada. É uma formação altamente qualificada e orientada para o ambiente empresarial.
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Destralhar solidário18.10.2021OuvirAnualmente todos fazemos resoluções e, quase sempre, desejamos fazer o desapego de uma grande quantidade de coisas que acumulamos nas nossas casas. Conseguir viver apenas com o que é essencial é para muitos de nós um dos principais objectivos.
A pandemia veio reforçar esse sentimento e, ao estarmos confinados, dedicámos mais tempo a organizar as nossas casas e a torná-las mais clean e práticas.
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DAO vai a escolas11.10.2021OuvirÉ aluno ou professor numa escola secundária aqui na região de Aveiro (ou arredores)?
Se sim, este minuto pode ser para si.
O Departamento de Ambiente e Ordenamento da UA é muitas vezes convidado para palestras e/ou atividades organizadas nas escolas secundárias e onde se visa e promove as questões ambientais e de sustentabilidade.
Como sabemos que estas questões são cada vez mais urgentes e é na educação que se deve agir para conseguir os maiores beneficios no futuro, o DAO aceita sempre, com motivação, esses convites.
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Reciclar chinelos04.10.2021OuvirAcabaram os dias de verão e de praia e de certeza que tens um par ou dois de chinelos de praia que já estão muito estragados para usar, não os coloques no lixe, recicla-os!
Uma conhecida marca de chinelos de praia está a recolher chinelos – de qualquer marca – e a transformá-los numa nova matéria prima, como por exemplo em esteiras de yoga ou em solas de calçado. Todo o processo é realizado pela Rubberlink, uma empresa parceira de tratamento de resíduos de borracha.