Junho: mês do dia da criança e do ambiente: estarão eles ligados?
O mês de Junho, que agora começa, inicia-se com a comemoração do Dia Internacional da Criança (1 Junho), sendo logo seguido pela celebração do Dia Mundial do Ambiente (a 5 de Junho). Será a proximidade destes dias indicadora de uma ligação maior entre eles? Ou mera coincidência?
Em 1959 foi aprovado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, a Declaração dos Direitos da Criança. Trata-se de carta que resulta da adaptação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, e que estabelece os direitos e liberdades atribuídos às crianças, com o objetivo de lhes proporcionar o bem-estar e uma infância feliz e segura. Os governos dos diferentes países que assinaram esta carta estão obrigados a fazer leis de forma a garantir que estes direitos são respeitados.
E não é que dos 10 direitos que constam desta declaração, quase metade deles necessitam que haja proteção do ambiente??!
Se não vejam:
- “Todas as crianças têm o direito à vida e à liberdade.” O que será esta vida sem um ambiente vivo e preservado?
- “Todas as crianças devem ser protegidas pela família e pela sociedade.” Como pode a sociedade proteger devidamente as crianças num ambiente não protegido?
- “Todas as crianças têm direito a alimentação, habitação e atendimento médico.” Como poderá esta alimentação ser adequada num ambiente não sustentável?
- “Todas as crianças têm direito ao amor, à segurança e à compreensão dos pais e da sociedade.” Será que esta segurança não precisa também de um ambiente seguro?
Curioso que 40 anos depois desta Declaração, uma série de países assinaram um outro documento, que alarga estes direitos das crianças. Um dos direitos acrescentados refere que as crianças têm o direito de exprimirem livremente a sua opinião e de estarem informadas.
Será que temos ouvido o que as crianças têm a dizer sobre o ambiente?
Alexandra Monteiro
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COP2721.11.2022OuvirComeçou esta semana a Cimeira do Clima das Nações Unidas, o ponto mais alto da diplomacia em torno das alterações climáticas, onde os países discutem como travar as emissões de gases com efeito de estufa que causam o aquecimento global. O objetivo das discussões é manter viva a meta prevista no Acordo de Paris, que consiste em limitar a subida da temperatura global a até 2 graus Celsius, preferencialmente a 1,5 graus.
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COP2714.11.2022OuvirComeçou esta semana a Cimeira do Clima das Nações Unidas, o ponto mais alto da diplomacia em torno das alterações climáticas, onde os países discutem como travar as emissões de gases com efeito de estufa que causam o aquecimento global. O objetivo das discussões é manter viva a meta prevista no Acordo de Paris, que consiste em limitar a subida da temperatura global a até 2 graus Celsius, preferencialmente a 1,5 graus.
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Potencia contratada da sua eletricidade: será possível reduzi-la?07.11.2022OuvirJá como todos devem saber, uma das medidas que integra o pacote de apoios às famílias que o Conselho de Ministros extraordinário aprovou para mitigar o impacto do aumento do custo de vida no rendimento, foi o da redução de 13% para 6% da taxa do IVA sobre a eletricidade, com a entrada em vigor a 1 de outubro.
Mas esta redução depende do nível de consumo, sendo apenas válida para nos primeiros 100 kWh de consumo de eletricidade. Ou seja, trata-se de uma medida que- mais uma vez- privilegia quem gasta menos.
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ExplorAPPateira31.10.2022OuvirO projeto ExplorAPPateira, foi uma iniciativa idealizada por um grupo de cidadãos, em resposta à necessidade de conservar, proteger e dinamizar um património natural bastante conhecido e estimado localmente: a Pateira de Fermentelos. Esta zona húmida, de elevada biodiversidade, revela-se de grande importância ecológica a nível local, nacional e internacional. Mais do que isso, preserva a história, a memória e as vivências dos que nasceram e cresceram nas suas margens. Este projeto foi apresentado ao Orçamento Participativo de Portugal, tornando-se um dos seus vencedores na edição de 2018.
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Gestão das barragens: água vs energia24.10.2022OuvirMuitas vezes pensamos que a escassez de água e a energia não estão interligadas no entanto as reservas de água estão diretamente ligadas à produção de energia!
Na gestão das albufeiras, a prioridade é o armazenamento de água para consumo humano e para a irrigação, só depois vem a produção de energia. As barragens hidroelétricas produzem energia no processo de “esvaziamento” através das turbinas hidroelétricas, mas em tempo de seca e quando estamos com falta de água para o regadio agrícola temos de ponderar se queremos água ou energia.