Impactos ambientais de estruturas de energias renováveis: barragens hidroelétricas
A energia hidroelétrica é uma das formas mais antigas de energia sustentável. No entanto, grandes estruturas, como a Barragem das Três Gargantas, na China, a maior do mundo, têm um impacto ambiental e social profundo:
- Grandes barragens inundação áreas extensas, submergem vales e áreas habitadas, levando à perda de biodiversidade e ao desalojamento de comunidades locais. A Barragem das Três Gargantas, por exemplo, deslocou mais de 1,3 milhão de pessoas e inundou várias cidades históricas.
- As barragens afetam o fluxo natural dos rios, prejudicando espécies aquáticas que dependem de ciclos naturais de água, como os peixes migratórios.
- A vegetação submersa nos reservatórios emite metano, gás de efeito de estufa, durante o processo de decomposição.
- A retenção de sedimentos pela barragem reduz os nutrientes transportados pelo rio, afetando a fertilidade das terras agrícolas a jusante.
- O colapso, em caso de falha de grandes barragens pode causar catástrofes, colocando milhares de vidas em risco.
Embora grandes estruturas de produção de energia sustentável sejam essenciais para a transição energética e a redução das emissões de carbono, é fundamental equilibrar os seus benefícios com os impactos ambientais.
Diana Patoilo
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COP26 Emissões29.11.2021OuvirA Cimeira das Nações Unidas sobre o clima (COP26) terminou há pouco. Dizia-se que a COP26 seria a última oportunidade para salvar o planeta. E será que foi mesmo assim? A expectativa era, facto, grande já que se exigiam grandes compromissos para conseguir reduzir as emissões de carbono e manter o aquecimento global abaixo de 1,5 graus Celsius, a meta prevista nos Acordos de Paris, mas as dificuldades foram muitas e durante quase todo o tempo de discussão, o horizonte era pessimista. Apesar de estarem presentes mais de 190 países, alguns dos maiores e mais poluidores não compareceram.
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Dia Mundial do Solo22.11.2021OuvirNo próximo dia 5 de dezembro comemora-se o Dia Mundial do Solo, este ano sob o lema “Parar a salinização do solo e aumentar a sua produtividade”. Esta campanha visa aumentar a consciência da importância de manter ecossistemas saudáveis e o bem-estar humano, abordando os crescentes desafios na gestão do solo, combatendo a salinização do solo, aumentando a consciência sobre as ameaças do solo, encorajando governos, organizações, comunidades e indivíduos em todo o mundo a comprometerem-se com a proteção e conservação da biodiversidade e função dos solos.
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O lítio e o ambiente15.11.2021OuvirCom certeza, já ouviu falar do lítio. Se por acaso ainda não, fica a saber: este metal é o principal componente da bateria do seu telemóvel, do seu computador e da sua ferramenta de bricolage, mas também das baterias dos veículos eléctricos. E se é verdade que os veículos eléctricos são indiscutivelmente um grande avanço no combate às alterações climáticas, importa que saiba também porque é que a “febre do lítio” para fabricar baterias não é totalmente isenta de impactos ambientais.
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Ecosia – o motor de busca que planta árvores08.11.2021OuvirQuando precisas de pesquisar sobre algum assunto na internet que motor de busca utilizas? Google, Bing, Yahoo? Mas sabias que existe um motor de busca que planta árvores enquanto pesquisas na internet?
O Ecosia é um motor de busca que está a revolucionar a plantação de árvores em todo o mundo. Quanto mais pesquisas, mais probabilidade tens de contribuir para plantar uma. Aqui vamos dizer-te como funciona. Tudo o que tens de fazer é utilizar o motor de busca do Ecosia no teu dia a dia. É uma espécie de google que por cerca de 45 pesquisas, planta uma árvore.
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COP2601.11.2021OuvirA 26.ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP26) aproxima-se, naquele que é um momento crítico para se cumprir o Acordo de Paris sobre o clima. Limitar o aquecimento da Terra a 1,5⁰C implica reduzir para metade as emissões globais até 2030, o que obriga a acelerar bastante o processo de descarbonização em todo o mundo. Se a ação climática se limitasse às políticas atualmente em curso, tal resultaria num aquecimento global no mínimo de 2,9⁰C, incompatível com a ambicionada proteção para a biosfera e vida na Terra.
Há vários objetivos para serem conseguidos: