Impacto do futebol nas alterações climáticas
Se vos pedisse para indicar um dos desportos responsável por mais emissões de CO2, qual diriam? O futebol, certo?
E acertavam. Um estudo recente apresenta provas que o futebol é um grande poluidor e que a sua contribuição para as alterações climáticas está a crescer. Se excluirmos os patrocínios (associados a grandes poluidores), a pegada carbónica do futebol estima-se entre os 13 e os 15 milhões de CO2e. Estas emissões devem-se essencialmente às deslocações de espetadores num desporto que está cada vez mais espalhado pelo globo.
A ONU recomenda a redução das emissões de gases de efeito de estufa em 50% até 2030 e a neutralidade carbónica até 2040. Isto deve incluir as emissões diretas e as emissões indiretas resultantes, por exemplo, da produção de energia que permite a atividade desportiva.
Há poucos sinais de que os seus decisores estejam preparados para avaliar devidamente o problema da poluição associada ao jogo, e ainda menos de que estejam a tomar as medidas necessárias. Mas há algumas exceções, a verdade é que o problema tem vindo a receber cada vez mais atenção e, já em 2024, 130 jogadoras femininas profissionais assinaram um documento pedindo o fim da parceria entre a FIFA e a Aramco, ou ainda o caso da equipa alemã Bayern Munique terminou a sua parceria com a Qatar Airways.
O que podemos fazer? Deixar de ver jogos de futebol?
Não, não é preciso! Basta sermos conscientes nas nossas escolhas e uso de transporte!
Alexandra Monteiro
Episódios
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Pós-ferias: de volta às rotinas da melhor forma05.09.2022OuvirDepois de um mês de férias estamos de volta às rotinas escolares e de trabalho, e porque não aproveitar para nos inspirarmos a ter uma atitude mais ecológica neste regresso.
Qualquer passo que pudermos dar é importante e mesmo que não consigamos ser perfeitos, acreditem, tudo o que conseguirmos fazer - por muito insignificante que pareça - já vai fazer a diferença!
Hoje partilhamos algumas dicas amigas do ambiente de regresso às nossas rotinas do dia a dia:
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Sacos compostáveis29.08.2022OuvirTerão já reparado que, agora, muitos dos super/hipermercados disponibilizam para o serviço de frutaria e legumes, uns sacos diferentes. São mais macios, ligeiramente baços e dizem-se compostáveis.
Pois é, não são sacos de plástico produzidos a partir de derivados do petróleo, podem ser produzidos a partir de substâncias orgânicas variadas e biodegradáveis, mas não são de papel, são de bioplásticos. Dizem-se bioplásticos porque embora não sendo feitos de plástico, têm propriedades que lhes permite ter um uso semelhante ao dos plásticos comuns.
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Compostagem em casa22.08.2022OuvirO Verão chegou e com ele vêm as saladas, as sopas leves, as frutas variadas, e quando dá por ela, o saquinho da banca da cozinha enche-se de resíduos, que são bons para as galinhas, se as tivermos!
Estes são os bioresíduos que podemos usar para fazer compostagem, basta juntar os verdes da limpeza do jardim.
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Conferencia dos Oceanos15.08.2022OuvirHá umas semanas atrás o Oceano inundou Lisboa e não foi uma tragédia. Milhares de pessoas deram à costa para falar sobre o oceano comum, sob o tema “Salvar o Oceano, proteger o nosso futuro”. Tratou-se da segunda Conferência das Nações Unidas sobre o Oceano, onde a missão é reforçar o apoio e cooperação internacional na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, com particular foco no ODS 14 e acompanhar o desenvolvimento das ações da Década da Ciência dos Oceanos.
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Reembolso embalagens depositadas REAP project08.08.2022OuvirLembra-se de há uns tempos atrás termos falado do projeto REAP da Universidade de Aveiro? Um projeto que visa que alunos e trabalhadores da UA poderem ser reembolsados por cada garrafa ou lata que devolvam.
Pois é, saiba que a partir do mês de julho será efetuado o reembolso do crédito correspondente a todas as embalagens depositadas até à data nas máquinas de venda reversa. O referido reembolso será efetuado aos detentores de cartão de identificação da Universidade de Aveiro (Utilizador Comunidade UA), com registo para utilização nas unidades alimentares dos Campus.