Fármacos no meio aquático
A presença de fármacos no meio aquático é uma preocupação ambiental crescente e pouco conhecida do público. Após a sua utilização por humanos e animais, parte destes compostos é excretada e chega às estações de tratamento de águas residuais. O problema é que estas não foram concebidas para remover este tipo de micropoluentes, permitindo que muitos deles cheguem a rios, lagos e aquíferos.
Mesmo em concentrações muito reduzidas, os fármacos podem afetar os ecossistemas aquáticos ou promover o desenvolvimento de resistências antimicrobianas, consideradas pela Organização Mundial de Saúde uma das maiores ameaças à saúde pública global.
Perante este desafio, a União Europeia passou a exigir tratamentos mais avançados para as águas residuais. No Departamento de Ambiente e Ordenamento da Universidade de Aveiro, contribuímos para esta resposta através do desenvolvimento de novas tecnologias. O projeto Waste2Catalyst, cofinanciado pelo FEDER e por Fundos Nacionais através da FCT, está a desenvolver catalisadores produzidos a partir de resíduos industriais, para serem aplicados na eliminação destes compostos. Transformar resíduos em recursos é o lema, para criar soluções eficazes e sustentáveis para tratar as águas residuais e reforçar a economia circular.
Episódios
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Aplicação queimadas19.07.2020OuvirO uso das queimas e queimadas é um procedimento comum na agricultura e gestão florestal. Muitas vezes está prática origina incêndios com consequências para o ambiente, saúde e económa. Cerca de 98% das ocorrências em Portugal Continental têm causa humana.
Sabia que, desde 2018 é obrigatório pedir autorização para realizar queimas e queimadas? O pedido podia ser realizado na Câmara Municipal ou Junta de Freguesia, para facilitar este processo o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) desenvolveu uma plataforma informática on-line e no telemóvel.
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20 coisas a mudar na nossa casa para ajudarmos o ambiente12.07.2020OuvirA verdade é que continuamos muito por casa, e assim o devemos fazer face ao atual contexto. Por isso trazemos-lhe 20 ideias/mudanças que podemos fazer na nossa vida, dentro de casa!
- usar guardanapos de pano
- fazer compostagem
- comprar a granel
- fazer uma pequena horta na varanda
- evitar deixar electrodomesticos em stand-by
- aproveitar o calor do forno
- reaproveitar a agua de aquecer o banho
- comprar roupa e mobília em 2ª mao
Quantas destas coisas já está a fazer?
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Resíduos em tempos de CoViD1905.07.2020OuvirVivemos tempos excecionais, em que a nossa luta por questões sanitárias sobrepõe-se a tantas outras prioridades. Por exemplo, passámos a usar frequentemente luvas e máscaras descartáveis, que são mais um resíduo, que antes não produzíamos, e que agora anda por aí. Não coloque esse material descartável no chão nem no ecoponto. No ecoponto coloque apenas (e sempre!) embalagens.
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A quarentena (não) ajudou as alterações climáticas?28.06.2020OuvirApesar do confinamento e da paragem causada pela pandemia, a crise climática não deve ser esquecida. Este ano está a caminho de se tornar o mais quente desde que há registos, segundo os dados registados.
A evolução das temperaturas deste ano está próxima da de 2016, um dos anos mais quentes da história.
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Plantas a ter em casa!!21.06.2020OuvirSempre ouvimos dizer que as florestas são os pulmões da terra. O que pouca gente sabe é que, na realidade, as plantas podem fazer toda a diferença na qualidade do ar interior!
Pode parecer estranho, mas os interiores de nossas casas podem ser ambientes verdadeiramente tóxicos.
O formaldeído, proveniente de tintas e vernizes, dos móveis em contraplacado e até dos plásticos, liberta-se e paira no ar. O benzeno dos fumos, dos detergentes fortes e das fibras sintéticas. O amoníaco, tão presente em produtos de limpeza e libertado por eletrodomésticos de refrigeração.