Economia circular no Verão

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Dia Mundial do Ambiente no DAO
26.08.2024

A economia circular, especialmente no Verão, oferece uma série de oportunidades únicas para promover a sustentabilidade e a eficiência no uso de recursos. No modelo económico linear tradicional, os produtos são fabricados, usados e descartados, a economia circular procura prolongar o ciclo de vida dos produtos, promovendo a reutilização, a reciclagem e a recuperação de materiais.

Aqui damos alguns exemplos práticos de Economia Circular no Verão:

Os Festivais e eventos ao ar livre podem implementar práticas de economia circular, como a utilização de copos reutilizáveis, a instalação de estações de reciclagem e a oferta de alimentos de produtores locais que utilizam embalagens compostáveis.

No verão gostamos de comprar roupas e acessórios mais frescos e coloridos. A moda circular incentiva a compra de roupas feitas de materiais reciclados, a troca de roupa e acessórios e a personalização de roupas dos anos anteriores, prolongando a sua vida útil.

Aproveita-se sempre o verão para fazer obras ou renovações em casa, neste caso, devemos utilizar práticas de construção sustentável, como o uso de materiais reciclados, soluções de eficiência energética e a gestão eficiente de resíduos de construção, reduzindo significativamente o impacto ambiental. 

Pense no ambiente e aproveite o verão para ser mais sustentável!

Diana Patoilo

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Ambiente um minuto
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Horário11:00às11:00

Episódios

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    A agricultura também emite poluentes para a atmosfera?
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    21.04.2019

    Hoje em dia, investigadores, políticos e cidadãos em geral estão conscientes que a poluição atmosférica é um problema ambiental com riscos para a saúde humana. Também sabemos que o tráfego rodoviário e a indústria são os setores que mais contribuem para a poluição do ar, especialmente nos meios urbanos.

    Mas serão estas as únicas fontes de poluição atmosférica relevantes? Será que a agricultura também emite poluentes para a atmosfera?

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    Cidades verdes
    Cidades verdes
    14.04.2019

    Num mundo em mudança em que as questões ambientais estão na ordem do dia, e num mundo em que a maioria da população europeia vive e continuará a viver em áreas urbanas, à uma questão de base a que temos de dar resposta.

    Em que tipo de cidade queremos nós viver?

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    Porque nos preocupam os microplásticos nos sistemas aquáticos
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    07.04.2019

    Os plásticos, em particular os microplásticos (partículas com dimensão inferior a 5 mm), são poluentes ubíquos e persistentes que constituem uma preocupação científica e social emergente. A sua elevada aplicação e uso, aliadas a uma gestão inadequada, contribuíram para a sua acumulação nos sistemas aquáticos, podendo atingir elevadas densidades. Os microplásticos, podendo-se apresentar em diversas cores e formas (como fibras, pellets e fragmentos), podem resultar da fragmentação de macroplásticos ou podem efetivamente ser produzidos com dimensão micro.

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    Qual o impacto dos incêndios na qualidade da água?
    Qual o impacto dos incêndios na qualidade da água?
    31.03.2019

    Os incêndios florestais desempenham um papel importante na produção e mobilização de poluentes, os quais se encontram sobretudo associados às cinzas. Assim, promovida pela chuva, a entrada de cinzas em rios e albufeiras, poderá provocar efeitos tóxicos nas espécies que lá habitam e afetar as várias funções desempenhadas pelo ecossistema. Além disso, estes poluentes podem representar um risco preocupante para a saúde humana, quer pelo consumo de água, quer pelo consumo de peixe contaminado.

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    A ONU define como 6º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável: “Água limpa e Saneamento”.
    A ONU define como 6º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável: “Água limpa e Saneamento”.
    25.03.2019

     A água limpa e acessível para todos é um direito fundamental de qualquer ser humano. No nosso planeta existe água suficiente para dar resposta a este direito. O problema reside na qualidade dessa água; o Homem nas suas diversas atividades em que consome água, vai alterando a sua composição condicionando a sua posterior utilização. Naturalmente que se reduzirmos o consumo de água, se a descartarmos adequadamente e ela for devidamente tratada, conseguimos que a relação Homem-água seja mais harmoniosa e não hipotecaremos o futuro nesta matéria.

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