COP27

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COP27
14.11.2022

Começou esta semana a Cimeira do Clima das Nações Unidas, o ponto mais alto da diplomacia em torno das alterações climáticas, onde os países discutem como travar as emissões de gases com efeito de estufa que causam o aquecimento global. O objetivo das discussões é manter viva a meta prevista no Acordo de Paris, que consiste em limitar a subida da temperatura global a até 2 graus Celsius, preferencialmente a 1,5 graus.

António Guterres, secretário-geral da ONU, falou no primeiro dia e pediu um pacto entre países ricos e em desenvolvimento, para combinar capacidades e orientar o mundo para reduzir as emissões de carbono, transformar sistemas energéticos e evitar a catástrofe climática. Este pacto teria todos os países somando esforços adicionais para reduzir as emissões, nações mais ricas e instituições financeiras internacionais prestando assistência às economias emergentes, acabando com a dependência de combustíveis fósseis e a construção de usinas de carvão, fornecendo energia sustentável para todos e trabalhando em união para combinar estratégia e capacidades em benefício da humanidade. Afirmou ainda que as duas maiores economias, Estados Unidos e China, “têm uma responsabilidade particular de unir esforços para tornar este Pacto uma realidade.

Para ele, será uma questão de estabelecer um “Pacto de Solidariedade Climática ou um Pacto de Suicídio Coletivo”. “Esta é a nossa única esperança de cumprir nossas metas climáticas”, adicionou. “Estamos numa auto-estrada para o inferno climático, com o pé no acelerador.” “A humanidade tem uma escolha: cooperar ou perecer”.

Esperamos que a palavra cooperar vença esta cimeira!

Alexandra Monteiro

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Ambiente um minuto
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Horário11:00às11:00

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