Conferencia dos Oceanos
Há umas semanas atrás o Oceano inundou Lisboa e não foi uma tragédia. Milhares de pessoas deram à costa para falar sobre o oceano comum, sob o tema “Salvar o Oceano, proteger o nosso futuro”. Tratou-se da segunda Conferência das Nações Unidas sobre o Oceano, onde a missão é reforçar o apoio e cooperação internacional na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, com particular foco no ODS 14 e acompanhar o desenvolvimento das ações da Década da Ciência dos Oceanos.
Cinco dias de intensa atividade, em que representantes de organizações internacionais, de governos, de associações regionais e locais, da academia e investigação, apresentaram, dialogaram e reforçaram a importância do trabalho conjunto de proteção do OCEANO na manutenção de condições de vida da Humanidade.
Foram vários os aspetos relevantes mais evidenciados, como o declínio da biodiversidade, o aquecimento, acidificação e poluição marinha e a urgência de ação conjunta para tratar e melhorar a saúde do oceano, o seu uso sustentável e a resiliência do mesmo. Neste âmbito foi dada prioridade à restauração de conservação dos ecossistemas marinhos, à ciência e inovação nos oceanos e à gestão das áreas marinhas protegidas numa articulação estreita com as comunidades locais que delas dependem.
A declaração política adotada chamada de “A Declaração de Lisboa” sublinha “a necessidade de agir de forma decisiva e urgente …”. O que vai mudar a partir daqui, depende como em tudo, de cada um de nós. As contas disso serão feitas em 2025, na terceira conferência a decorrer em Paris. A tarefa é hercúlea e urgente… que consigamos perceber isso para que a coragem e o animo nos faltem!
Filomena Martins
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Episódios
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45 anos de Ambiente na UA02.01.2023OuvirA Universidade de Aveiro completa 50 anos em 2023, uma data de aniversário que não pode nem vai ficar por celebrar e serão várias as formas ao longo do ano!
E um dos primeiros cursos e Departamentos desta universidade também está de parabéns pelos seus 45 anos…é verdade, o primeiro curso de Engenharia do Ambiente em Portugal foi aberto aqui na UA!
Os 45 anos do DAO - Departamento de Ambiente e Ordenamento – vão também ser celebrados de forma intensa com algumas atividades que podemos já desvendar.
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Ano novo mais sustentável26.12.2022OuvirComeçou um novo ano, e com ele 365 novas oportunidades para fazer a diferença todos os dias! Não lhe damos 365 ideias, mas ficam algumas dicas para que possa fazer a diferença:
1.Diminua o desperdício na cozinha: Planeie as suas refeições; reutilize as sobras para fazer novos pratos e use os excessos para fazer compostagem.
2. Faça você mesmo: Dê asas à sua criatividade e transforme aquilo que podia ser inútil para produzir peças únicas de decoração, de roupa ou mesmo para brincar.
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Natal Sustentável19.12.2022OuvirJá pensou na grande quantidade de papel, plástico, desperdício alimentar e outros resíduos que produzimos na época natalícia? Pois bem, na verdade, não dá para imaginar.
Todos os anos, em todas as cidades e vilas os contentores do lixo ficam repletos de papel, caixas, embalagens e plásticos, que nem sempre reciclados e acabam por contribuir para mais poluição no nosso planeta Terra.
Mas podemos mudar isto, e começar já hoje a fazer as escolhas certas!
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Pegada de carbono dos cães12.12.2022OuvirSabia que os animais domésticos também têm a sua pegada ecológica?
É verdade! Em média um cão é responsável por 770kg de CO2 por ano. Um cão de grande grande pode chegar a ter uma pegada de 2500 kg por ano! A maior parte desta pegada é causada pela sua alimentação. Felizmente há várias formas de reduzir esta pegada de carbono e tornar o mundo com animais domésticos mais sustentável!
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23 de novembro - Dia da Floresta Autóctone28.11.2022OuvirA Dia da Floresta Autóctone celebra-se a 23 de novembro, esta data foi estabelecida para promover a importância de preservar e plantar espécies que fazem parte do património natural.
Mas o que é a Floresta Autóctone? A Floresta Autóctone consiste numa floresta de árvores originárias do próprio território. Em Portugal, as árvores autóctones representam cerca de 72% da floresta, existem cerca de 103 espécies de árvores autóctones, mas apenas quatro espécies representam 61% da área florestal total em Portugal continental, o pinheiro-bravo, o sobreiro, a azinheira e o pinheiro-manso.