Água potável no futuro
As previsões, realizadas na Universidade de Aveiro (DFIS e DAO) apontam para um cenário de escassez de água no ecossistema e, naturalmente, para consumo humano. um cenário preocupante se não forem tomadas medidas que resultem na otimização da água disponível: Prevê-se que 2050 haja uma diminuição da precipitação média anual de 10% na zona norte e litoral e de 30% nas zonas interiores e no sul.
Esta redução da precipitação está relacionada com a questão das alterações climáticas. “O aumento da temperatura global do planeta potencia alterações no ciclo global da água, aumentando o contraste entre regiões secas e húmidas”. No caso português, as projeções realizadas apontam para uma redução dos níveis de precipitação durante todo o ano, com exceção dos meses de inverno.
Face ao cenário, os investigadores apelam à implementação de medidas urgentes para, no futuro, melhor captar e gerir a água da chuva. Deverão ser implementadas medidas de gestão/captação e eficiência de consumo dessa água”. Por exemplo, a implementação de sistemas de recolha de água da chuva de forma a garantir disponibilidade para irrigações agrícolas e florestais; ou ainda a realização de um planeamento integrado de uso de solo e disponibilidade de água da chuva, dos rios e dos aquíferos. Em situações mais prementes, pode ser necessária uma realocação do cultivo para zonas com uma maior disponibilidade de água da chuva, atendendo também às condições do solo e características da vegetação.
Este é mais um motivo para repensarmos o nosso uso diário de água potável…pense bem, nem que seja 1 minuto!
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Episódios
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COP2721.11.2022OuvirComeçou esta semana a Cimeira do Clima das Nações Unidas, o ponto mais alto da diplomacia em torno das alterações climáticas, onde os países discutem como travar as emissões de gases com efeito de estufa que causam o aquecimento global. O objetivo das discussões é manter viva a meta prevista no Acordo de Paris, que consiste em limitar a subida da temperatura global a até 2 graus Celsius, preferencialmente a 1,5 graus.
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COP2714.11.2022OuvirComeçou esta semana a Cimeira do Clima das Nações Unidas, o ponto mais alto da diplomacia em torno das alterações climáticas, onde os países discutem como travar as emissões de gases com efeito de estufa que causam o aquecimento global. O objetivo das discussões é manter viva a meta prevista no Acordo de Paris, que consiste em limitar a subida da temperatura global a até 2 graus Celsius, preferencialmente a 1,5 graus.
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Potencia contratada da sua eletricidade: será possível reduzi-la?07.11.2022OuvirJá como todos devem saber, uma das medidas que integra o pacote de apoios às famílias que o Conselho de Ministros extraordinário aprovou para mitigar o impacto do aumento do custo de vida no rendimento, foi o da redução de 13% para 6% da taxa do IVA sobre a eletricidade, com a entrada em vigor a 1 de outubro.
Mas esta redução depende do nível de consumo, sendo apenas válida para nos primeiros 100 kWh de consumo de eletricidade. Ou seja, trata-se de uma medida que- mais uma vez- privilegia quem gasta menos.
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ExplorAPPateira31.10.2022OuvirO projeto ExplorAPPateira, foi uma iniciativa idealizada por um grupo de cidadãos, em resposta à necessidade de conservar, proteger e dinamizar um património natural bastante conhecido e estimado localmente: a Pateira de Fermentelos. Esta zona húmida, de elevada biodiversidade, revela-se de grande importância ecológica a nível local, nacional e internacional. Mais do que isso, preserva a história, a memória e as vivências dos que nasceram e cresceram nas suas margens. Este projeto foi apresentado ao Orçamento Participativo de Portugal, tornando-se um dos seus vencedores na edição de 2018.
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Gestão das barragens: água vs energia24.10.2022OuvirMuitas vezes pensamos que a escassez de água e a energia não estão interligadas no entanto as reservas de água estão diretamente ligadas à produção de energia!
Na gestão das albufeiras, a prioridade é o armazenamento de água para consumo humano e para a irrigação, só depois vem a produção de energia. As barragens hidroelétricas produzem energia no processo de “esvaziamento” através das turbinas hidroelétricas, mas em tempo de seca e quando estamos com falta de água para o regadio agrícola temos de ponderar se queremos água ou energia.