O Tribunal da Relação do Porto decide, hoje, os recursos do caso da grávida da Murtosa desaparecida e dada pela investigação da PJ como vítima de crime sem que o corpo tenha sido encontrado.
Ministério Público e família da grávida recorreram da decisão de primeira instância que ilibou o arguido Fernando Valente, empresário local que teria mantido relação com a mulher.
No recurso é pedida a condenação a 25 anos de prisão.
No caso da defesa de Valente, é pedida a manutenção da absolvição.
Mónica Silva, grávida de 8 meses, desapareceu em 2023 e não mais foi encontrada.
A família suspeita do empresário a quem acusa de tentar encobrir a gravidez.
Em tribunal de Júri, a prova não foi suficiente e agora é a vez da Relação analisar os recursos.