O Governo declara situação de alerta em todo o território continental.
Declaração compreende um conjunto de medidas de caráter excecional, justificado pelo agravamento do risco de incêndios rurais.
Situação de alerta entra em vigor às 00h00 de sexta-feira, dia 03 de julho, e prolonga-se até às 23h59 de segunda-feira, dia 06 de julho.
A declaração decorre da elevação do estado de alerta especial do Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro (SIOPS) e da necessidade de adotar medidas preventivas e especiais de reação ao risco de incêndio, previsto pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), em grande parte do território continental.
Está proibido o acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais previamente definidos nos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios, bem como nos caminhos florestais, caminhos rurais e outras vias que os atravessem e proibida a realização de queimadas e queimas de sobrantes de exploração.
As autorizações já dadas estão suspensas.
Fica proibido os trabalhos nos demais espaços rurais com recurso a motorroçadoras de lâminas ou discos metálicos, corta-matos, destroçadores e máquinas com lâminas ou pá frontal; e é proibido o uso de fogo-de-artifício ou outros artefactos pirotécnicos, lançamento de balões com mecha acesa, bem como a suspensão das autorizações que tenham sido emitidas.
Confirmado aumento do grau de prontidão e mobilização de equipas de emergência médica, de saúde pública e apoio social, pelas entidades competentes das áreas da saúde e da segurança social e confirmada a mobilização de meios associados ao dispositivo de combate.
A GNR é chamada a ações de patrulhamento (vigilância) e fiscalização aérea através de meios das Forças Armadas, nos distritos em estado de alerta especial, incidindo nos locais sinalizados com um risco de incêndio muito elevado e máximo.