Aveiro faz balanço ao Festival dos Canais e afirma ter cumprido mais uma edição de crescimento.
O Festival dos Canais despediu-se no passado dia 19 de julho, domingo, encerrando a sua 11.ª edição com “balanço muito positivo”.
Ao longo de cinco dias, Aveiro voltou a afirmar-se como um grande palco a céu aberto, acolhendo milhares de visitantes que acompanharam uma programação marcada pela diversidade artística.
Organizado pela Câmara Municipal de Aveiro (CMA), o Festival reuniu 28 espetáculos provenientes de oito países, que deram origem a 88 apresentações distribuídas por 17 palcos instalados em diferentes pontos da cidade.
Ruas, praças, jardins e canais transformaram-se em espaços de encontro, criatividade e fruição cultural, proporcionando uma experiência única a residentes e visitantes.
“A edição de 2026 confirmou a trajetória de crescimento do Festival, registando uma elevada afluência em todos os espaços e ao longo de toda a programação”, refere nota da autarquia.
Para a Diretora do Teatro Aveirense, Leonor Barata, o sucesso alcançado reforça a importância de dar continuidade ao projeto, mantendo a sua identidade e apostando na sua evolução.
"O Festival dos Canais é um projeto bem concebido e que é para manter”, considerando a possibilidade de “trazer algumas novidades ao formato que está definido, sempre numa lógica de manter a qualidade artística e de potenciar este espírito de envolvimento e participação comunitária que é uma marca muito forte deste festival.”
O Presidente da CMA, Luís Souto de Miranda destacou os vários espaços de encontro e de convivência por toda a cidade.
O Festival “é uma iniciativa que os aveirenses já fizeram sua e que, nesta edição de 2026, voltou a afirmar a sua dimensão internacional, reunindo companhias e artistas provenientes de oito países. Essa é uma característica que importa destacar, porque enriquece a programação e projeta Aveiro além-fronteiras”, refere o Presidente.
“O grande sucesso deste Festival mede-se, acima de tudo, pela enorme adesão do público. Aqui não há bilhetes nem barreiras: as pessoas chegam, encontram-se, desfrutam dos espetáculos e vivem a cidade de forma espontânea”, que torna este evento único e original.”