Luís Montenegro anuncia um "Portugal Maior" e encerrou o congresso do PSD em Anadia com críticas à oposição a quem acusa de promover o imobilismo.
É a reação ao chumbo da proposta de alteração às leis laborais, do denominado pacote laboral, tema em destaque no encerramento do congresso que ratificou a liderança de Montenegro para o terceiro mandato.
O Primeiro-Ministro deixou recados e alguns dos interlocutores estavam no velódromo enquanto observadores.
PS e Chega os mais visados e os mais citados enquanto eventuais parceiros de diálogo na procura de soluções estáveis para o futuro do país (com áudio).
Montenegro fala em forças “presas a modelos que pertencem ao passado” e mais adeptas da “conveniência do momento”.
A mensagem em defesa da proposta do Governo é que se perdeu uma oportunidade para o país.
O fim de semana que formalizou o regresso de Pedro Santana Lopes à militância social-democrata, transmitiu como novidades a criação de um fundo para catástrofes e um fundo soberano para a intervenção do Estado em setores estratégicos com participações acionistas em empresas de referência.
“Estamos a falar de participações em áreas como a energia, banca, as comunicações, a gestão de infraestruturas aeroportuárias, se os concessionários das mesmas não cumprirem as suas obrigações”, explicou Luís Montenegro.
O PM deixou indicações sobre o reforço das apostas no setor da mobilidade, habitação, combate à burocracia, reforma fiscal e reforma orgânica do ministério da Saúde.
No tempo da IA, Montenegro anunciou ainda a estreia da plataforma “Amália”, dedicada à cultura portuguesa e ao ensino.
O presidente da distrital de Aveiro e membro do Governo assinala a necessidade de um projeto forte.~
Emídio Sousa confia que essa ideia é protagonizada pelo PSD.
"Portugal continua a precisar de um PSD forte e preparado para Governar. Somos a única força política séria e credível" disse Emídio Sousa.