Aveiro: Oposição reclama mais estudo e comunicação.

Partidos de oposição em Aveiro esperam mais de Luís Souto Miranda nos planos técnico e político.

PS e IL analisam seis meses de atividade, em 2026, e deixam reparos à governação com críticas sobre a comunicação política e episódios como o mais recente da tribuna VIP da praça do Mundial, no Rossio, entretanto desativada.

Concordam que o acordo de governação com o Chega fica como uma das principais marcas mas sem que se conheça o teor desse acordo.

Catarina Feio e Cláudia Rocha debateram o tema na última edição do programa Canal Central.

Entendem que a liderança política em Aveiro dá sinais de “fragilidade”.

Para Catarina Feio, do PS, é difícil entender a coerência de uma parceria entre figuras que em campanha destrataram o adversário político para depois formalizar um “casamento” sem que se conheça o “acordo pré-nupcial” (com áudio)

Carlos Balseiro, do Chega, recusa comparações entre a geringonça de António Costa e um acordo de governação municipal em Aveiro.

Em declarações ao programa Canal Central, assumiu que a construção do acordo passou pela mesa de negociações com cedências de parte a parte e em respeito pelos resultados eleitorais (com áudio)

Cláudia Rocha nota omissões e falta de conhecimento técnico no autarca de Aveiro para poder assumir perante a Assembleia Municipal os esclarecimentos devidos na vida democrática.

A vogal da Iniciativa Liberal afirma que Souto parte de um princípio errado ao considerar que questões técnicas não devem passar pela assembleia (com áudio)

O debate no programa Canal Central sobre os primeiros seis meses do ano.

PSD, CDS e Livre não estiveram presentes na edição do passado fim de semana.