Aveiro: Oposição nota falta de capacidade de execução e maioria saúda "estabilidade financeira".

Relatório e contas de 2025 aprovados por maioria e alinhamento entre AD, Chega e IL na votação que colocou os partidos de esquerda contra o retrato financeiro do Município em 2025.

Livre e PS deixaram críticas sobre as taxas de execução no último ano de mandato de Ribau Esteves.

Helena Ribeiro, vogal do Livre, admite que o voto contra vai pela manutenção das políticas do anterior executivo.

Não acredita que a atual maioria consiga executar o que a anterior não foi capaz de fazer acusando as maiorias da AD de apresentar documentos “inflacionados” (com áudio)

Com o eixo Aveiro Águeda a marcar o debate devido ao peso financeiro desta empreitada, ouviram-se apelos à execução de obras pequenas mas fundamentais no dia a dia como a reabilitação do espaço público.

A oposição nota baixas taxas de execução na receita e na despesa.

Os Partidos concordam que Aveiro enfrenta sérios problemas ao nível da capacidade de execução.

Para o PS que passou da abstenção em reunião de Câmara para o voto contra em Assembleia Municipal o que está em causa é uma “quebra de confiança” na relação com os eleitores confrontados com planos não cumpridos (com áudio).

Os partidos de direita admitem que Aveiro passou dos problemas financeiros do passado para o desafio da capacidade de executar.

As bancadas do PSD e do CDS deixaram vincada essa mudança e dizem que é um problema positivo.

Luís Souto Miranda criticou a abordagem dos partidos que criticam não o relatório mas o Plano de Atividades e Orçamento num tempo que não é o atual.

O autarca de Aveiro deixou ainda nota pelo “conforto” da situação financeira perante eventuais “choques” internacionais que terão consequências na vida dos aveirenses.

Souto afirma que o estado da autarquia assegura essa capacidade de resposta (com áudio)

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