A FARAV regressa para ficar.
Luís Souto Miranda e Evaristo Silva querem colocar a Feira de Artesanato, de novo, entre as maiores e melhores do país.
Admite que partir depois de 13 anos de pausa significa começar quase do zero.
No momento que assinalou essa reabertura, esta sexta, no Rossio, o autarca de Aveiro disse que o faz por entender a feira como importante num setor como turismo, mas também na sua vertente identitária.
Luís Souto cumpre uma das promessas eleitorais.
O autarca de Aveiro assegura que o Rossio é o palco certo de uma feira que vem com intenção de ficar por muitos anos (com áudio)
Agarrar no peso histórico da FARAV e aproveitar a experiência do primeiro ano de relançamento para projetar já o futuro do certame são ideias assumidas pela organização.
Tanto a autarquia como a associação de artesãos A Barrica querem evitar erros do passado e dar futuro ao evento (com áudio)
Ao longo de dez dias o certame mostra trabalhos de artesanato tradicional e contemporâneo, nas áreas do couro, cerâmica, têxtil, vidro, joalharia artesanal, madeira, cestaria, entre muitas outras.
A feira reúne ainda espaços dedicados à gastronomia regional e a produtos tradicionais, onde os visitantes poderão adquirir e saborear o melhor da identidade da região.
No local estão representados 64 artesãos.
Evaristo Silva admite que depois da abertura de novo ciclo político na cidade estava confiante quanto ao regresso da FARAV atendendo às promessas eleitorais feitas por candidatos como Luís Souto e Diogo Machado que hoje ocupam funções executivas.
O presidente da Barrica lamentou apenas a falta de tempo para preparar esta primeira edição (com áudio).