Aveiro confirma que estão a ser dados passos seguros para introduzir a videovigilância em áreas urbanas mas avisa que será uma medida com "conta, peso e medida".
No dia em que o executivo reuniu pela primeira vez, em 2026, o tema da segurança voltou à mesa de trabalho.
O Chega retoma a questão da salientando que 2025 deixou algumas marcas na cidade com assaltos no centro urbano.
Diogo Machado apela ao reforço de meios apontando a videovigilância como um dos dossiês que deve ser considerado prioritário.
Aponta para um investimento entre 700 mil e um milhão de euros para 200 câmaras e centro de controlo do sistema.
Investimento que classifica como justificado (com áudio)
Luís Souto Miranda começou a reunião com referência à segurança na cidade.
O presidente da Câmara de Aveiro afirma que a passagem de ano mostrou uma cidade frequentada por milhares de pessoas em segurança.
O autarca destaca todo o trabalho das forças da ordem e bombeiros numa sala de controlo, criada para esse efeito, sem dar nas vistas e com vigilância sobre o Rossio.
Uma operação bem sucedida e que reforça a imagem de cidade segura.
Quanto aos mecanismos para instalar o sistema vídeo admite que Ribau Esteves deixou trabalho adiantado.
Luís Souto assegura que o investimento será feito com "conta, peso e medida" e com apelos ao reforço da presença de agentes no espaço público.
O autarca revela, ainda, que os presidentes de Junta de Freguesia vão ser chamados a dar a sua visão sobre o tema no que toca às zonas periféricas (com áudio)
PS e Chega alertam para a importância de garantir esses mecanismos em freguesias rurais ou fora do centro urbano do perímetro da cidade.
Paula Urbano Antunes fala em concordância do PS quanto à importância da videovigilância.
A vereadora recorda casos envolvendo pessoas idosas que afetam freguesias menos populosas (com áudio)