A Junta de Freguesia de Aradas assume que a falta de entendimento para a tomada de posse do Órgão Executivo está a impedir o normal “funcionamento pleno da Junta”, afetando os "fins culturais, sociais e desportivos, bem como o apoio às associações, instituições e grupos que diariamente trabalham com e para a comunidade".
Em nota publicada nos meios da Junta, Catarina Barreto esclarece que a documentação requerida pela oposição e que o Tribunal ordenou fosse apresentada está disponível.
Quanto à realização de uma auditoria entende que Aradas foi alvo de diversos processos de escrutínio por diferentes entidades públicas.
No que toca aos processos que envolvem funcionárias e que a oposição quer ver terminados, a Junta diz que deve ser a IGF a verificar a legalidade, algo que está em curso e que não deve ter interferência.
Ao fim de duas tentativas falhadas para viabilizar o executivo, Catarina Barreto apela ao entendimento.
“O que está em causa não é uma divergência política comum, mas sim o normal funcionamento da freguesia, a continuidade de projetos essenciais e o respeito pela vontade democraticamente expressa pelos Aradenses. A Junta de Freguesia de Aradas reafirma a sua total disponibilidade para a construção de uma solução que permita restabelecer a estabilidade governativa, assegurar o pleno exercício das funções e continuar a trabalhar em prol da comunidade. Aradas merece estabilidade, respeito institucional e capacidade de continuar a crescer”.