Presidente da República no congresso da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade.

A CNIS em contagem decrescente para o VII Congresso dedicado ao tema “Pobreza e Proteção Social”.

Os trabalhos têm início dentro de uma semana, na manhã do dia 7 de outubro, no Centro de Congressos de Aveiro, prolongando-se pelo dia seguinte (quinta-feira, 8), com diferentes oradores.

Para além da participação do Presidente da República, António José Seguro, na sessão de encerramento de dia 8, o VII Congresso da CNIS contará com a presença confirmada da ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho, logo na sessão de abertura e da secretária de Estado da Ação Social e da Inclusão, Clara Marques Mendes.

Figuras de Estado entre os convidados a que se junta a presidente da Direção da EAPN Portugal, promotora do Observatório Nacional de Luta contra a Pobreza, Maria Joaquina Madeira, o chefe do Sector de Intervenção e Estratégias de Inclusão Social, Carlos Maciel, o deputado no Parlamento Europeu, Francisco Assis, o constitucionalista e professor universitário, Pedro Bacelar de Vasconcelos, o economista, professor e antigo secretário de Estado da Segurança Social, Jorge Campino, e o presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social, da Conferência Episcopal Portuguesa, Bispo Auxiliar do Porto e antigo dirigente da CNIS, D. Roberto Mariz, dentre outras personalidades de relevo.

Recorde-se que o VII Congresso da CNIS decorre inserido na XIX Festa da Solidariedade, cuja celebração se inicia nos dias 1, 2 e 3 de outubro no distrito de Leiria, com a presença da Chama da Solidariedade, que nos dias 6, 7 e 8 visitará diversos concelhos do distrito de Aveiro, um périplo que culminará no Cais Fonte Nova, em Aveiro, onde se realizará o evento que este ano fecha o circuito que passou por todos os distritos e regiões autónomas de Portugal.

No Centro de Congressos de Aveiro, a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade mantém alta a bandeira que levantou há muito e que passa por tentar “responsabilizar o Estado pela Proteção Social para que possa haver um mais eficaz combate à pobreza”.

Este é também o momento que assinala o fim de ciclo de 22 anos de presidência de Lino Maia.

 

Imagem: Miguel Figueiredo Lopes/Presidência da República)