PCP antevê agudização de problemas na Ação Social Escolar universitária.

A célula do PCP na Universidade de Aveiro teme pela agudização dos problemas no setor da Ação Social Escolar.

O encerramento da Cantina de Santiago para intervenções vai criar novos constrangimentos, dada a procura pela refeição social, o que leva o PCP a sugerir “reforço orçamental e de meios”.

O PCP lembra que os constrangimentos existem num quadro de procura externa no mês de julho e obras de manutenção programadas, mas já existem noutras épocas com queixas da comunidade estudantil ao longo do ano.

Tempos de espera pela refeição figuram entre as queixas mais repetidas.

“A par disto, e já num contexto de progressivos cortes no financiamento para o ensino superior, ciência e investigação, eis que o Governo decide apresentar o seu novo modelo de ação social em que, de acordo com a própria instituição, perto de 20% dos atuais bolseiros podem perder acesso a este apoio”, refere o PCP temendo pelo agravamento das condições dos alunos.

Mesmo com a promessa do governo para aumentar o valor das bolsas e o investimento total na ação social, os critérios utilizados são mais restritos, nomeadamente no que toca à definição de “estudante deslocado”, condição de muitos membros da comunidade estudantil.

O PCP alerta para a necessidade de “revisão e reforço efetivo” dos apoios alocados à ação social escolar para fazer frente aos problemas.