Chega e PS exigem compromisso da Câmara de Aveiro com ações de pressão sobre o Governo para dar andamento ao processo de ampliação do hospital.
Com o processo de novo parado em contestação administrativa em torno do concurso para o projeto, os partidos reclamam pressão sobre o poder político.
Armando Grave, deputado municipal e deputado na Assembleia da república, reconhece os esforços do Município mas admite que é necessário ir mais longe.
Quer pressão junto do Primeiro-Ministro Luís Montenegro (com áudio)
O PS também encontra motivos para um esforço adicional.
Diz que o verão que está terminar trouxe novidades da nova administração quanto a obras na urgência mas sem que se conheça a fundo o que está em causa.
Rosa Aparício pediu mais ação e esclarecimento do Executivo junto do Governo em nome da clareza necessária.
Reconhece a importância da intervenção no serviço de urgência mas diz que os problemas são bem mais alargados (com áudio)
Luís Souto fala dos avanços na saúde com qualificação de unidades familiares e do hospital como o processo mais difícil que atravessou vários governos.
O autarca de Aveiro admite que não passa uma semana sem estar em contacto com o Governo.
Mas sem capacidade direta de intervenção nesta obra pública que cabe ao Ministério da Saúde (com áuido)
Aveiro ainda sem sinais sobre a ampliação do Hospital Infante D. Pedro.