O Ovar Expande está de regresso à Escola de Artes e Ofícios de Ovar.
Festival abre esta quarta e propõe como desafio “olhar para lá do palco” e “descobrir o que acontece antes de as luzes se acenderem e a música começar”.
Artistas consagrados e novas vozes, concertos e novas propostas, mas também conversas e formação, num programa que estimula a criação artística e valoriza o público enquanto participante ativo.
Em 2026, o convite passa por mergulhar no processo artístico.
Os primeiros concertos surgem no segundo dia da iniciativa.
Na quinta-feira, 15 de outubro, Mafalda é a primeira a subir ao palco para apresentar o seu álbum de estreia “Gosto Muito de Estar Aqui”.
Logo a seguir, as canções de Samuel Úria assumem uma nova dimensão com a energia explosiva de Os 12 ao Todo.
Já na sexta-feira, 16 de outubro, Ray dá início à noite, a solo, apresentando o novo álbum “Buffalo”.
A noite prossegue com a oportunidade para conhecer o novo trabalho “Catarse Natural”.
O serão encerra com Sean Riley & The Slowriders, que prometem conduzir o público numa viagem por influências do folk, rock e blues norte-americanos.
O último dia do Expande, a 17 de outubro, começa com Rita Cortezão, que traz “Tudo, um pouco”, o seu álbum de estreia.
Na reta final, espera-se ainda um momento especial.
Ezekiel apresenta o resultado da sua residência artística, num momento que traduz também o compromisso do Ovar Expande com a criação, através do desafio lançado, a cada edição, a projetos e artistas locais.
O Expande encerra com PAUS, numa das últimas oportunidades para ouvir ao vivo esta banda que se encontra em digressão de despedida.